segunda-feira, 11 de junho de 2012

HOMENS EQUIVOCADOS

HOMENS EQUIVOCADOS

Depois de algum tempo, talvez na maturidade

Percebemos que

Alguns homens que entram em nossa vida o fazem feito verdadeiro tsunami...

Assustam, não conseguimos fugir, mas só causam destruição

Esse tipo de homem que tem em fartura por ai

Entra na vida de uma mulher, conhece parte desta vida, de seus gostos

Daquilo que ela depois de algum tempo já não abre mão por nada nem por ninguém

Porque ela preserva sua historia

Valoriza suas conquistas

Respeita e atende suas preferências

Trás consigo dores e amores e não os deletou

Cada um ocupa um lugar em sua vida porque fez parte de sua construção

Mas ele entra mesmo assim

Por pura vaidade

Certo de ser capaz de ir mudando essa mulher a seu bel prazer

Ledo engano

Homens de verdade também trazem sua historia

E se orgulham dela

São construções nem sempre muito perfeitas

Mas que pelo menos para essa mulher, precisa ser verdadeira

Não precisa ser rico, mas é imprescindível que tenha valor

Precisa ter um mínimo de cultura para ter o que trocar

Precisa saber falar e saber ouvir

Ter sensibilidade suficiente para ouvir uma musica e se emocionar

Tomar um vinho e se enroscar...delicadamente...sem pressa

Se sexo rolar depois disso tudo só poderá ser muito bom

Platão já dizia muito bem:

“Você pode descobrir mais sobre uma pessoa em uma hora de brincadeira do que em um ano de conversa.”

E bom humor é fundamental

Se você não tiver isso em um homem depois de uma certa idade ou em qualquer idade

Vai ficar difícil conviver com as manias que fatalmente virão

“Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro nos dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.” Segundo Jabor

Depois de uma certa idade abominamos tsunamis

Preferimos as ondas do mar que vão e voltam nos encantando

O calor do sol em nossa pele mesmo no frio do inverno

Olhos que prescindem de palavras para conversar

Generalizei?

Talvez

Talvez porque essa sou eu e jamais abrirei mão da pessoa que sou...

Em 11 de junho de 2012 as 12:10 de uma segunda feira ensolarada de inverno - vespera do Dia dos Namorados)